Segunda-feira, 31 de Outubro de 2005

Punk no Porto

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Foi no dia 29 (sábado), que mais uma vez duas das melhores bandas punk portuguesas se encontraram....

Para começar é de salientar que os primeiros a chegar, depararam-se com um bar sem cerveja, e mais tarde depararam-se com um bar sem pessoal....

Mas foram +/- 15 pessoas (sem contar os 5 elementos dos Rolls Rockers e os 4 ou 5 companheiros de viagem), que encheram a cave do Ribeirinha Bar, que saltaram que aplaudiram e que curtiram os primeiros acordes dos Alison Bentley.

Depois de ter passado a tempestade de punk Rock com ventos de ska lançado pelos A.B....

Surgiu um enorme enchente de Punk old school provocada pelos Rolls Rockers....

Tudo acalmou por volta das 8:30, para o pessoal ir comer e beber algo, mas como prometido eles voltaram de madrugada para continuarem o que comessaram, desta vez já só restava na plateia: Eu, Quintela (guitarra alison bentley), Oracio(drunk de Famalicão), Ferro (punkaotico de Barcelos) e três gajas do porto(,.Sandra, .,Barbara., e,,Joana,.), poucos mas os suficientes para abanar a cave, até a altura em que o pessoal do bar disse para acabar com o barulho, pois na parte de cima não se consegui ouvir os coros da madona, nem a merda de musica que estava a passar, FucK Off...

 

Foi na ida para casa que começou mais um filme, três pessoas e uma carrinha de dois lugares, tudo durou no percurso da ribeira até perto do campo 24 de Agosto, aí deixamos a gaja em casa, andei uns 100m e foi na rua do Bonfim que o puto do pneu da frente furou, toca a parar, o Ferro foi colocar o triangulo de sinalização (à distancia correcta), eu ia começar a desapertar os parafusos, mas a chave era pequena, então mandamos parar alguns carros para ver se tinham uma chave maior, azar do caralho ninguém tinha chaves...

Até que passou um carro da polícia, mandamos parar e dissemos o que se passava.

Afinal a chave era a correcta, os parafusos estavam protegidos por umas cápsulas, foi de rir aquela merda, foram os dois policias que acabaram por mudar o raio do pneu e ainda nos escoltaram até à entrada da VCI, o Ferro dizia “os moinas ainda nos vão levar a passar por uma operação stop”, paramos a meio para me avisarem que no meu lado esquerdo existia um botão para ligar as luzes do carro, que moca...

Paramos numa bomba de gasolina, e eles indicaram onde virar para ir ter à VCI, os cromos até foram porreiros....

A seguir foi sempre andar, fui levar o ferro a Barcelos e voltei para Famalicão, pois Domingo era dia de trabalho...


publicado por Ed Punk&Destroy às 18:01
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5 comentários:
De Anónimo a 8 de Novembro de 2005 às 19:59
Ahaha foda-se, é mesmo

AbraçoJoao
</a>
(mailto:joao_delicado@hotmail.com)


De Anónimo a 1 de Novembro de 2005 às 18:14
heheh gande filme man,mas o mais porreiro foi a policia terte modado o pneu,direito a serviço personalizadoe o caralho.
afinal a policia ate e boa "ou nao"......
abraço
ze pedro
</a>
(mailto:pedromanson@portugalmail.com)


De 640-816 a 9 de Dezembro de 2009 às 07:18
So, finally, Delirious Rotterdam comes to Porto; another city ticked off, another destination label pasted on the well-travelled OMA (1) See Object Management Architecture.An organization formed in June of 2002 by the consolidation of the WAP Forum group and the Open Mobile Architecture Initiative. ..... Click the link for more information. valise. With delicious irony, the new Casa da Musica was inaugurated by a Lou Reed concert, drawing irresistible comparisons between Lou and Rem as twin punk godfathers refusing to grow old gracefully.



De 1Y0-456 a 9 de Dezembro de 2009 às 07:19
Widely touted as Porto's Guggenheim, the Casa da Musica is a similarly incongruous sprinkling of superstar fairydust in a city not given to grand or empty gestures. Unlike poor, obscure Bilbao, however, Porto is not in need of the international ministrations of Guggenheim Inc to put it on the short break map. It has great topography, hearty cuisine and colourful heritage.


De E20-001 a 9 de Dezembro de 2009 às 07:21
A TODOS CUBA LE GUSTA was nominated for a 1998 Grammy Award for Best Tropical Latin Performance. A lively, spontaneous record that manages to sound both relaxed and forceful at the same time, A Toda Cuba Le Gusta shows off the talents of many of Cuba's elder statesmen of Afro-Cuban jazz. Over gently pulsating conga grooves


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